em noites de presságios no confronto
do luar sem nunca te dizer o adeus
sem nuca partir voando submerso
poisando de flor a flor saboreando
o seu néctar sem nunca se prender
o seu mel sem pertenças cordas
amarradas presas libertadas
desfrutando o eterno luar solto
num voo livre atè se poisar no eterno
fraterno leito da sua amada ...

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