terça-feira, 20 de abril de 2021

a terra ...

a terra que te despe que te veste

o meu corpo è do tempo que me

deste a vida insuficiente è da  morte

não existe a tua tão perene de um olhar 

que dispare o seu brilho me fulmine que

vem amor sempre devagarinho e tarde se 

perde numa frase declaro - me soneto dizer

que foi de noite na manhã seguinte
 

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