tu curvas o teu corpo retinas o anel
no teu dedo colocas à sìliba de Deus
para onde queres que vàs a pequena
gente não te entenderá porque tu não
fazes a imitação da vida a mais sombria
das palavras pede sol à tua boca e tu enches
a tua boca de sol e vêns atè mim para seres poema

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