que contemplamos nunca existe o
mesmo mar nele vivem infinitas
formas infinitas faces è outro o mesmo
de uma água que se esgota na memória
e em nòs correm os dias as noites as estrelas
para aprendermos os gestos da água e do ouro
o amor do amor haverá de se colher a paz dos frutos
cantará o fogo na erva o amor imenso aceso pelo sopro
dos lagos ,,,

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