quinta-feira, 29 de abril de 2021

puro ou impuro

da - me o que morre  o que não morre 

o que suspeita sem ferir o que abre as 

feridas descendo descendo das vinhas

 para o rio o teu corpo aparece muitas 

 vezes nos espelhos nos espelhos è como

uma tarde de inverno sobre as coisas que

 matam esquece onde eu esqueço ainda esse

 sinal sem lugar nem voz reinventa a história

 do mundo por verso apenas reabre o tempo 

abre as janelas os vidros deixa ver a manhã

 que nos desperta
 

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