sexta-feira, 16 de setembro de 2022

a nada imploram

tuas mãos já coisas

convencem teus lábios

já pados no abafo soterrâneo

da ùmida imposta terra

sò talvez o sorriso em que amavas

te embalsama remota e nas memórias

 te ergue qual eras

hoje cortiço apodrecido e o nome

que o teu corpo usou vivo na terra

como uma alma não lembra a ode


grava anônimo um sorriso
 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Ò vorazes Vozes

de mecânica velocidade tapando o horizonte com violentos leques de retórica ò meu amor ainda vivo eu quero ser a tua voz lúcida e ardente pa...