viva entre os homens se ela houvesse
e não esta relação de anónima indiferença
e de vaga identidade flutuante sem cópula
e sem os templos brancos com jardins
de um ócio voluptuoso
è por isso que estamos condenados
a solidão de não pertencermos a dilatada força
que constitui um Universo Projecta um Horizonte
de Humanidade Viva em floração unânime
somos apenas cúmplices da nossa inabilidade e dos ornamentos
com que a revestimos para parecer o que somos e ser quem parecemos

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