onde a relha do arado abrem
rotas e caminho teu ventre
de seivas brancas tuas rosas
paralelas tuas colunas teu centro
teu fogo de verde pinho tua boca verdadeira
teu destino minha alma tua balança de prata
teus olhos de mel e vinho bem que o mundo
não seria se o nosso amor lhe faltasse mas
a manhã que não temos são lenços de linho

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