bocas roxas de vinho
testas brancas sob rosas
nus braços antebraços
deixados sobre a mesa
tal seja o quadro em que
fiquem mudos
eternamente inscritos na consciência dos deuses
antes isto que a vida como os homens a vivem
cheia da negra poeira que erguem das estradas
sò os deuses secorrem com o seu exemplo
aqueles que nada mais pretendem que ir no rio das coisas

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